sexta-feira, 4 de maio de 2018
Vanessa vai à luta para os rapazes do 8º E
Ficha de verificação da leitura efetuada pelos alunos durante a interrupção letiva da Páscoa.
literatura, língua
dramático,
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leitura,
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português,
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Vanessa,
verificação
quarta-feira, 18 de abril de 2018
Ala dos Namorados e Caçador de Sóis!
Pelo céu às cavalitas
Escondi nos teus caracóis
A estrela mais bonita, que eu já vi
Eu cresci com um encanto
De ser caçador de sóis
Eu já corri tanto, tanto para ti
Fui um príncipe encantado
Montado nos teus joelhos
Um eterno enamorado, a valer
Lancelot de algibeira
Mas segui os teus conselhos
Para voltar à tua beira
E ser o que eu quiser
Os teus olhos foram esperança
Os meus olhos girassóis
Fomos onde a vista alcança da nossa janela
Já deixei de ser criança e tu dormes à lareira
Ainda sinto a minha estrela nos teus caracóis
Os teus olhos foram esperança
Os meus olhos girassóis
Fomos onde a vista alcança da nossa janela
Já deixei de ser criança e tu dormes à lareira
Ainda sinto a minha estrela nos teus caracóis
Os teus olhos foram esperança
Os meus olhos girassóis
Fomos onde a vista alcança da nossa janela
Já deixei de ser criança e tu dormes à lareira
Ainda sinto a minha estrela nos teus caracóis
quarta-feira, 21 de março de 2018
As palavras de Eugénio de Andrade...
Só porque estas palavras me têm andado às voltas na cabeça e no coração...
São como um cristal,
as palavras.
Algumas, um punhal,
um incêndio.
Outras,
orvalho apenas.
Secretas vêm, cheias de memória.
Inseguras navegam:
barcos ou beijos, as águas estremecem.
Desamparadas, inocentes,
leves.
Tecidas são de luz
e são a noite.
E mesmo pálidas
verdes paraísos lembram ainda.
Quem as escuta? Quem
as recolhe, assim,
cruéis, desfeitas,
nas suas conchas puras?
São como um cristal,
as palavras.
Algumas, um punhal,
um incêndio.
Outras,
orvalho apenas.
Secretas vêm, cheias de memória.
Inseguras navegam:
barcos ou beijos, as águas estremecem.
Desamparadas, inocentes,
leves.
Tecidas são de luz
e são a noite.
E mesmo pálidas
verdes paraísos lembram ainda.
Quem as escuta? Quem
as recolhe, assim,
cruéis, desfeitas,
nas suas conchas puras?
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Aristides de Sousa Mendes em teste
Proposta de correção do teste de Português para os meninos do 8º E!
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018
O teu nome por Miguel Gameiro e Mariza
Só para afastar esta tristeza
para iluminar meu coração
falta-me bem mais tenho a certeza,
do que este piano e uma canção.
Falta-me soltar na noite acesa
o nome que no peito me sufoca,
e queima a minha boca.
Falta-me soltá-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou então dizê-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.
Porque todo ele é poesia,
corre-me pelo peito como um rio
devolve aos meus olhos a alegria
deixa no meu corpo um arrepio,
porque todo ele é melodia
porque todo ele é perfeição.
É na luz escuridão.
Falta-me dizê-lo lentamente
falta soletrá-lo devagar,
ou então bebê-lo como um vinho,
que dá força pro caminho
para quando a força faltar.
Falta-me soltá-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou então dizê-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.
Porque todo ele é melodia
e porque todo ele é perfeição.
É na luz escuridão.
Falta-me soltá-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou então dizê-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.
quarta-feira, 17 de janeiro de 2018
Ser um snobe
Mais um teste de compreensão oral para os meninos dos 7º e 8º anos!
quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
O menino dos Madredeus
Para mim, esta é uma canção de Natal pois estará sempre associada à minha avó!
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
Assobiando à vontade de Mário Dionísio!
Bom trabalho, meninos do 8º E!
literatura, língua
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sexta-feira, 17 de novembro de 2017
A minha terra adotiva!!! Carlos Paredes e Carlos do Carmo
Um fado lindo, cantado por uma voz que eu gostaria minha...
Morro de amor pelas águas da ria
esta espuma de dor eu não sabia
sou moliceiro do teu lodo fecundo
sou a ria de Aveiro o sal do mundo
vara comprida tamanho da vida
braço de mar a lavrar a lavrar
morro de amor nesta rede que teço
e é no sal do suor que eu aconteço
para além da salina o horizonte me ensina
que há muito mar para lavrar, para lavrar, para lavrar...
Morro de amor pelas águas da ria
esta espuma de dor eu não sabia
sou moliceiro do teu lodo fecundo
sou a ria de Aveiro o sal do mundo
vara comprida tamanho da vida
braço de mar a lavrar a lavrar
morro de amor nesta rede que teço
e é no sal do suor que eu aconteço
para além da salina o horizonte me ensina
que há muito mar para lavrar, para lavrar, para lavrar...
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
Teste de compreensão do oral "Slogan"
Teste elaborado com a colaboração da Alice São Marcos! Obrigada!
literatura, língua
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domingo, 15 de outubro de 2017
Aquela Canção por Miguel Gameiro e Cuca Roseta
É tarde e a cidade parece dormir
E eu quero ficar acordado
Perguntas-me o porquê de me estar a rir
Tenho o segredo mais bem guardado
E no abraço apertado
Cantamos aquela canção
Como a força do mar num porto qualquer
És a calma de um rio nessa pele de mulher
Como chama que arde e se apaga a seguir
És passado, és presente
És futuro que há de vir
Como o ar que me falta e se aperta no peito
És a palavra certa no poema perfeito
Como brisa que vem numa tarde de Verão
És a voz no silêncio
És aquela canção
(Cuca Roseta)
Entre a pressa e o desejo
Secreta paixão
Rodamos entre quatro paredes
Com a força de um beijo
Tiras-me o chão
Corpo seco, que mata a sede
E rimos como crianças
Talvez já nem haja amanhã
Como a força do mar num porto qualquer
És a calma de um rio nessa pele de mulher
Como chama que arde e se apaga a seguir
És passado, és presente
És futuro que há de vir
Como o ar que me falta e se aperta no peito
És a palavra certa no poema perfeito
Como brisa que vem numa tarde de Verão
És a voz no silêncio
És aquela canção (2x)
sexta-feira, 29 de setembro de 2017
quarta-feira, 2 de agosto de 2017
Romeu e Juliana por Rui Veloso
Um trio maravilha: João Gil, João Monge e Rui Veloso!
Isabel ama José
De quem teve Julião
Que ainda mal se pôs em pé
E largou os pais da mão
Foi para lá de Paris
Onde assentou arraiais
Conheceu lá Beatriz
Que tinha largado os pais
Casaram numa semana
À hora da matiné
E tiveram Juliana
A flor dos Champs-Élysées
Numa terra mais distante
Mariana apaixonou-se
Por João que era moinante
Foi o vento que o trouxe
Destes dois nasceu Miguel
Mas o sangue não perdoa
Fez um barco de papel
E fez-se ao mar em Lisboa
Deu à ilha dos amores
Que fica quase no céu
E encontrou-se com Dolores
E assim nasceu Romeu
É terra
É céu
Se os dois estão de feição
Ninguém pára o coração
Quem tem o nome Romeu
O destino não engana
Há de encontrar o que é seu
E casar com Juliana
Ela partiu de Paris
Ele foi a ver se a via
Para um final feliz
Diferente do Shakespeare
Encontraram-se na Estrela
Já faz hoje uma semana
É o amor de uma novela
De Romeu e Juliana
É terra
É céu
Se os dois estão de feição
Ninguém pára o coração
quarta-feira, 19 de julho de 2017
125 Azul - João Gil por Carlão e Lúcia Moniz
Um novo olhar sobre os anos 80!
?rel=0
Foi sem mais nem menos
Que um dia selei a 125 azul
Foi sem mais nem menos
Que me deu para abalar sem destino nenhum
Foi sem graça nem pensando na desgraça
Que eu entrei pelo calor
Sem pendura que a vida já me foi dura
P'ra insistir na companhia
O tempo não me diz nada
Nem o homem da portagem na entrada da auto-estrada
A ponte ficou deserta nem sei mesmo se Lisboa
Não partiu para parte incerta
Viva o espaço que me fica pela frente e não me deixa recuar
Sem paredes, sem ter portas nem janelas
Nem muros para derrubar
Talvez um dia me encontre
Assim talvez me encontre
Curiosamente dou por mim pensando
onde isto me vai levar
De uma forma ou outra há-de haver uma hora
para a vontade de parar
Só que à frente o bailado do calor
vai-me arrastando para o vazio
E com o ar na cara, vou sentindo
desafios que nunca ninguém sentiu
Talvez um dia me encontre
Assim talvez me encontre
Entre as dúvidas do que sou e onde quero chegar
Um ponto preto quebra-me a solidão do olhar
Será que existe em mim um passaporte para sonhar
E a fúria de viver é mesmo fúria de acabar
Foi sem mais nem menos
Que um dia selou a 125 azul
Foi sem mais nem menos
Que partiu sem destino nenhum
Foi com esperança sem ligar muita importância
àquilo que a vida quer
Foi com força acabar por se encontrar
naquilo que ninguém quer
Mas Deus leva os que ama
Só Deus tem os que mais ama
?rel=0
Foi sem mais nem menos
Que um dia selei a 125 azul
Foi sem mais nem menos
Que me deu para abalar sem destino nenhum
Foi sem graça nem pensando na desgraça
Que eu entrei pelo calor
Sem pendura que a vida já me foi dura
P'ra insistir na companhia
O tempo não me diz nada
Nem o homem da portagem na entrada da auto-estrada
A ponte ficou deserta nem sei mesmo se Lisboa
Não partiu para parte incerta
Viva o espaço que me fica pela frente e não me deixa recuar
Sem paredes, sem ter portas nem janelas
Nem muros para derrubar
Talvez um dia me encontre
Assim talvez me encontre
Curiosamente dou por mim pensando
onde isto me vai levar
De uma forma ou outra há-de haver uma hora
para a vontade de parar
Só que à frente o bailado do calor
vai-me arrastando para o vazio
E com o ar na cara, vou sentindo
desafios que nunca ninguém sentiu
Talvez um dia me encontre
Assim talvez me encontre
Entre as dúvidas do que sou e onde quero chegar
Um ponto preto quebra-me a solidão do olhar
Será que existe em mim um passaporte para sonhar
E a fúria de viver é mesmo fúria de acabar
Foi sem mais nem menos
Que um dia selou a 125 azul
Foi sem mais nem menos
Que partiu sem destino nenhum
Foi com esperança sem ligar muita importância
àquilo que a vida quer
Foi com força acabar por se encontrar
naquilo que ninguém quer
Mas Deus leva os que ama
Só Deus tem os que mais ama
quinta-feira, 8 de junho de 2017
terça-feira, 23 de maio de 2017
Só mesmo... Jorge Palma!
Só por existir
Só por duvidar
Tenho duas almas em guerra
E sei que nenhuma vai ganhar
Só por ter dois sois
Só por hesitar
Fiz a cama na encruzilhada
E chamei casa a esse lugar
E anda sempre alguém por lá
Junto à tempestade
Onde os pés não têm chão
E as mãos perdem a razão
Só por inventar
Só por destruir
Tenho as chaves do céu e do inferno
E deixo o tempo decidir
E anda sempre alguém por lá
Junto à tempestade
Onde os pés não têm chão
E as mãos perdem a razão
Só por existir
Só por duvidar
Tenho duas almas em guerra
E sei que nenhuma vai ganhar
Eu sei que nenhuma vai ganhar
segunda-feira, 15 de maio de 2017
Tão genuína e em português!
O dia 13 de maio de 2017 ficará gravado na memória de todos nós devido à consagração de uma bela canção, totalmente cantada em língua portuguesa (com uns retoques de linguagem gestual espontânea na sua interpretação...) e de uma simplicidade desconcertante. Marcou por ser simples, emotiva e genuína! Tal como o é o português comum!
Se um dia alguém perguntar por mim
Diz que vivi para te amar
Antes de ti, só existi
Cansado e sem nada para dar
Meu bem, ouve as minhas preces
Peço que regresses, que me voltes a querer
Eu sei que não se ama sozinho
Talvez, devagarinho, possas voltar a aprender
Meu bem, ouve as minhas preces
Peço que regresses, que me voltes a querer
Eu sei que não se ama sozinho
Talvez, devagarinho, possas voltar a aprender
Se o teu coração não quiser ceder
Não sentir paixão, não quiser sofrer
Sem fazer planos do que virá depois
O meu coração pode amar pelos dois
Se um dia alguém perguntar por mim
Diz que vivi para te amar
Antes de ti, só existi
Cansado e sem nada para dar
Meu bem, ouve as minhas preces
Peço que regresses, que me voltes a querer
Eu sei que não se ama sozinho
Talvez, devagarinho, possas voltar a aprender
Meu bem, ouve as minhas preces
Peço que regresses, que me voltes a querer
Eu sei que não se ama sozinho
Talvez, devagarinho, possas voltar a aprender
Se o teu coração não quiser ceder
Não sentir paixão, não quiser sofrer
Sem fazer planos do que virá depois
O meu coração pode amar pelos dois
sexta-feira, 5 de maio de 2017
Balada do desajeitado pela Quadrilha!
Sei de alguém
Por demais envergonhado
Que por ser tão desajeitado
Nunca foi capaz de falar
Só que hoje
Viu o tempo que perdeu
Sabes esse alguém sou eu
E agora eu vou-te contar
Sabes lá
O que é que eu tenho passado
Estou sempre a fazer-te sinais
E tu não me tens ligado
E aqui estou eu
A ver o tempo a passar
A ver se chega o tempo
De haver tempo para te falar
Eu não sei
O que é que te hei-de eu dar
Nem te sei
Inventar frases bonitas
Mas aprendi uma ontem
Só que já me esqueci
Então ora gosto muito de ti (bis)
Podes crer
Que à noite o sono é ligeiro
Fico à espera o dia inteiro
Para poder desabafar
Mas como sempre
Chega a hora da verdade
E falta-me o á vontade
Acabo por me calar
Falta-me o jeito
Ponho-me a escrever e rasgo
Cada vez a tremer mais
E às vezes até me engasgo
Nada a fazer
É por isso que eu te conto
É tarde para não dizer
Digo como sei e pronto
Eu não sei
O que é que te hei-de eu dar
Nem te sei
Inventar frases bonitas
Mas aprendi uma ontem
Só que já me esqueci
Então ora gosto muito de ti (bis)
segunda-feira, 13 de março de 2017
Janita Salomé canta Luís Andrade
Não é fácil o amor!!
Não é fácil o amor melhor seria
Arrancar um braço fazê-lo voar
Dar a volta ao mundo abraçar
Todo o mundo fazer da alegria
O pão nosso de cada dia não copiar
Os males do amor matar a melancolia
Que há no amor querer a vontade fria
Ser cego surdo mudo não sujeitar
O amor ao destino de cada um não ter
Destino nenhum ser a própria imagem
Do amor pôr o coração ao largo não sofrer
Os males do amor não vacilar ter a coragem
De enfrentar a razão de ser da própria dor
Porque o amor é triste não é fácil o amor
Não é fácil o amor melhor seria
Arrancar um braço fazê-lo voar
Dar a volta ao mundo abraçar
Todo o mundo fazer da alegria
O pão nosso de cada dia não copiar
Os males do amor matar a melancolia
Que há no amor querer a vontade fria
Ser cego surdo mudo não sujeitar
O amor ao destino de cada um não ter
Destino nenhum ser a própria imagem
Do amor pôr o coração ao largo não sofrer
Os males do amor não vacilar ter a coragem
De enfrentar a razão de ser da própria dor
Porque o amor é triste não é fácil o amor
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
Um dia...
Um dia, quando a ternura for a única regra da manhã,
acordarei entre os teus braços. a tua pele será talvez demasiado bela.
e a luz compreenderá a impossível compreensão do amor.
Um dia, quando a chuva secar na memória, quando o inverno for
tão distante, quando o frio responder devagar com a voz arrastada
de um velho, estarei contigo e cantarão pássaros no parapeito da
nossa janela.
Sim, cantarão pássaros, haverá flores, mas nada disso
será culpa minha, porque eu acordarei nos teus braços e não direi
nem uma palavra, nem o princípio de uma palavra, para não estragar
a perfeição da felicidade.
José Luís Peixoto, in 'A Criança em Ruínas'
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