quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Caetano Veloso canta Sozinho...

Dá que pensar...




Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado
Juntando o antes, o agora e o depois

Por que você me deixa tão solto?
Por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho

Não sou nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho os meus desejos e planos secretos
Só abro pra você mais ninguém

Por que você me esquece e some?
E se eu me interessar por alguém?
E se ela, de repente, me ganha?

Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora

Ou você me engana
Ou não está madura
Onde está você agora?

Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora

Ou você me engana
Ou não está madura
Onde está você agora?

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Os embeiçados... pelos Clã

Um vídeo espetacular de Juliana Ribeiro a ilustrar uma canção ternurenta!




Ela tem boca torta, nariz grande, cabelo mal cortado,
rói as unhas, usa cunhas, mas eu estou apaixonado.

Ele tem espinhas, sardas, pontos negros, e uma boca exagerada,
desafina e desatina mas eu estou apaixonada.

Ela é ciumenta, rabugenta, embirrenta e tagarela,
intriguista e moralista mas eu estou louco por ela.

Ele faz cenas gagas, altas fitas, não tem confiança em mim,
faz-se caro, faz-me trombas, mas eu gosto dele assim.

Refrão:

Diz-se que o amor é cego,
deforma tudo a seu jeito,
mas eu acho que o amor descobre o lado
melhor do que parece defeito (2X)

Diz-se que o amor é cego...
Diz-se que o amor é cego...

Refrão (2X)

Porque eu gosto, gosto dele
E ela gosta, gosta de gostar de mim!


quinta-feira, 7 de abril de 2016

O tempo não para... escrito por Miguel Gameiro e cantado por Mariza!

Quando se olha apenas para um objetivo futuro, não se nota a sua passagem...



Eu sei, que a vida tem pressa
que tudo aconteça,
sem que a gente peça,
Eu sei,
Eu sei, que o tempo não pára,
tempo é coisa rara
e a gente só repara,
quando ele já passou

Não sei, se andei depressa demais
Mas sei que algum sorriso eu perdi
Vou pedir ao tempo,
que me dê mais tempo
para olhar para ti
De agora em diante,
não serei distante
Eu vou estar aqui

Cantei,
cantei a Saudade da minha cidade
e até com vaidade, cantei
Andei, pelo Mundo fora
e não via a hora
de voltar para ti

Não sei, se andei depressa demais
Mas sei que algum sorriso eu perdi
Vou pedir ao tempo,
que me dê mais tempo
para olhar para ti
De agora em diante,
não serei distante
Eu vou estar aqui


segunda-feira, 4 de abril de 2016

quarta-feira, 23 de março de 2016

O pomo da discórdia ou de como começar uma guerra!

Teste de compreensão do oral aplicado aos meninos do sexto ano, no âmbito do estudo do episódio do Cavalo de Troia, em Ulisses de Maria Alberta Menéres.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Entrevista a Impakt, "streamer" português


Obrigada aos alunos Bruno Salgado, João Almeida e Rui Ribeiro, cuja discussão durante a aula me permitiu descobrir este jovem e perceber, também, o que é um "streamer!" A partir da entrevista na RTP2, resolvi construir este documento e usá-lo na aula.