quarta-feira, 22 de junho de 2016

Os embeiçados... pelos Clã

Um vídeo espetacular de Juliana Ribeiro a ilustrar uma canção ternurenta!




Ela tem boca torta, nariz grande, cabelo mal cortado,
rói as unhas, usa cunhas, mas eu estou apaixonado.

Ele tem espinhas, sardas, pontos negros, e uma boca exagerada,
desafina e desatina mas eu estou apaixonada.

Ela é ciumenta, rabugenta, embirrenta e tagarela,
intriguista e moralista mas eu estou louco por ela.

Ele faz cenas gagas, altas fitas, não tem confiança em mim,
faz-se caro, faz-me trombas, mas eu gosto dele assim.

Refrão:

Diz-se que o amor é cego,
deforma tudo a seu jeito,
mas eu acho que o amor descobre o lado
melhor do que parece defeito (2X)

Diz-se que o amor é cego...
Diz-se que o amor é cego...

Refrão (2X)

Porque eu gosto, gosto dele
E ela gosta, gosta de gostar de mim!


quinta-feira, 7 de abril de 2016

O tempo não para... escrito por Miguel Gameiro e cantado por Mariza!

Quando se olha apenas para um objetivo futuro, não se nota a sua passagem...



Eu sei, que a vida tem pressa
que tudo aconteça,
sem que a gente peça,
Eu sei,
Eu sei, que o tempo não pára,
tempo é coisa rara
e a gente só repara,
quando ele já passou

Não sei, se andei depressa demais
Mas sei que algum sorriso eu perdi
Vou pedir ao tempo,
que me dê mais tempo
para olhar para ti
De agora em diante,
não serei distante
Eu vou estar aqui

Cantei,
cantei a Saudade da minha cidade
e até com vaidade, cantei
Andei, pelo Mundo fora
e não via a hora
de voltar para ti

Não sei, se andei depressa demais
Mas sei que algum sorriso eu perdi
Vou pedir ao tempo,
que me dê mais tempo
para olhar para ti
De agora em diante,
não serei distante
Eu vou estar aqui


segunda-feira, 4 de abril de 2016

quarta-feira, 23 de março de 2016

O pomo da discórdia ou de como começar uma guerra!

Teste de compreensão do oral aplicado aos meninos do sexto ano, no âmbito do estudo do episódio do Cavalo de Troia, em Ulisses de Maria Alberta Menéres.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Entrevista a Impakt, "streamer" português


Obrigada aos alunos Bruno Salgado, João Almeida e Rui Ribeiro, cuja discussão durante a aula me permitiu descobrir este jovem e perceber, também, o que é um "streamer!" A partir da entrevista na RTP2, resolvi construir este documento e usá-lo na aula.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Mariana Abrunheiro canta... Paredes

Ouvi hoje na radio esta voz, perfeita, para estas melodias eternas! À espera do Fado Moliceiro que ela canta divinamente...

Era o amor
Que chegava e partia
Estarmos os dois
Era um calor, que arrefecia
Sem antes nem depois

Era um segredo
Sem ninguém para ouvir
Eram enganos e era um medo
A morte a rir
Nos nossos verdes anos

Foi o tempo que secou
A flor que ainda não era
Como o outono chegou
No lugar da primavera

Era o amor
Que chegava e partia
Estarmos os dois
Era um calor, que arrefecia
Sem antes nem depois

Era um segredo
Sem ninguém para ouvir
Eram enganos e era um medo
A morte a rir
Nos nossos verdes anos

No nosso sangue corria
Um vento de sermos sós
Nascia a noite e era dia
E o dia acabava em nós

Letra de Pedro Tamen