Quando se olha apenas para um objetivo futuro, não se nota a sua passagem...
Eu sei, que a vida tem pressa
que tudo aconteça,
sem que a gente peça,
Eu sei,
Eu sei, que o tempo não pára,
tempo é coisa rara
e a gente só repara,
quando ele já passou
Não sei, se andei depressa demais
Mas sei que algum sorriso eu perdi
Vou pedir ao tempo,
que me dê mais tempo
para olhar para ti
De agora em diante,
não serei distante
Eu vou estar aqui
Cantei,
cantei a Saudade da minha cidade
e até com vaidade, cantei
Andei, pelo Mundo fora
e não via a hora
de voltar para ti
Não sei, se andei depressa demais
Mas sei que algum sorriso eu perdi
Vou pedir ao tempo,
que me dê mais tempo
para olhar para ti
De agora em diante,
não serei distante
Eu vou estar aqui
quinta-feira, 7 de abril de 2016
segunda-feira, 4 de abril de 2016
quarta-feira, 23 de março de 2016
O pomo da discórdia ou de como começar uma guerra!
Teste de compreensão do oral aplicado aos meninos do sexto ano, no âmbito do estudo do episódio do Cavalo de Troia, em Ulisses de Maria Alberta Menéres.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Entrevista a Impakt, "streamer" português
Obrigada aos alunos Bruno Salgado, João Almeida e Rui Ribeiro, cuja discussão durante a aula me permitiu descobrir este jovem e perceber, também, o que é um "streamer!" A partir da entrevista na RTP2, resolvi construir este documento e usá-lo na aula.
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Torre de Marfim ou A palavra dos poetas
Para a minha turma do profissional!
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quarta-feira, 11 de novembro de 2015
Mariana Abrunheiro canta... Paredes
Ouvi hoje na radio esta voz, perfeita, para estas melodias eternas! À espera do Fado Moliceiro que ela canta divinamente...
Era o amor
Que chegava e partia
Estarmos os dois
Era um calor, que arrefecia
Sem antes nem depois
Era um segredo
Sem ninguém para ouvir
Eram enganos e era um medo
A morte a rir
Nos nossos verdes anos
Foi o tempo que secou
A flor que ainda não era
Como o outono chegou
No lugar da primavera
Era o amor
Que chegava e partia
Estarmos os dois
Era um calor, que arrefecia
Sem antes nem depois
Era um segredo
Sem ninguém para ouvir
Eram enganos e era um medo
A morte a rir
Nos nossos verdes anos
No nosso sangue corria
Um vento de sermos sós
Nascia a noite e era dia
E o dia acabava em nós
Letra de Pedro Tamen
Era o amor
Que chegava e partia
Estarmos os dois
Era um calor, que arrefecia
Sem antes nem depois
Era um segredo
Sem ninguém para ouvir
Eram enganos e era um medo
A morte a rir
Nos nossos verdes anos
Foi o tempo que secou
A flor que ainda não era
Como o outono chegou
No lugar da primavera
Era o amor
Que chegava e partia
Estarmos os dois
Era um calor, que arrefecia
Sem antes nem depois
Era um segredo
Sem ninguém para ouvir
Eram enganos e era um medo
A morte a rir
Nos nossos verdes anos
No nosso sangue corria
Um vento de sermos sós
Nascia a noite e era dia
E o dia acabava em nós
Letra de Pedro Tamen
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Aprendiz de feiticeiro ou meter água...
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