Porque o heroísmo faz-se de homens assim...sem snobismos!
segunda-feira, 4 de abril de 2016
quarta-feira, 23 de março de 2016
O pomo da discórdia ou de como começar uma guerra!
Teste de compreensão do oral aplicado aos meninos do sexto ano, no âmbito do estudo do episódio do Cavalo de Troia, em Ulisses de Maria Alberta Menéres.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Entrevista a Impakt, "streamer" português
Obrigada aos alunos Bruno Salgado, João Almeida e Rui Ribeiro, cuja discussão durante a aula me permitiu descobrir este jovem e perceber, também, o que é um "streamer!" A partir da entrevista na RTP2, resolvi construir este documento e usá-lo na aula.
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Torre de Marfim ou A palavra dos poetas
Para a minha turma do profissional!
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quarta-feira, 11 de novembro de 2015
Mariana Abrunheiro canta... Paredes
Ouvi hoje na radio esta voz, perfeita, para estas melodias eternas! À espera do Fado Moliceiro que ela canta divinamente...
Era o amor
Que chegava e partia
Estarmos os dois
Era um calor, que arrefecia
Sem antes nem depois
Era um segredo
Sem ninguém para ouvir
Eram enganos e era um medo
A morte a rir
Nos nossos verdes anos
Foi o tempo que secou
A flor que ainda não era
Como o outono chegou
No lugar da primavera
Era o amor
Que chegava e partia
Estarmos os dois
Era um calor, que arrefecia
Sem antes nem depois
Era um segredo
Sem ninguém para ouvir
Eram enganos e era um medo
A morte a rir
Nos nossos verdes anos
No nosso sangue corria
Um vento de sermos sós
Nascia a noite e era dia
E o dia acabava em nós
Letra de Pedro Tamen
Era o amor
Que chegava e partia
Estarmos os dois
Era um calor, que arrefecia
Sem antes nem depois
Era um segredo
Sem ninguém para ouvir
Eram enganos e era um medo
A morte a rir
Nos nossos verdes anos
Foi o tempo que secou
A flor que ainda não era
Como o outono chegou
No lugar da primavera
Era o amor
Que chegava e partia
Estarmos os dois
Era um calor, que arrefecia
Sem antes nem depois
Era um segredo
Sem ninguém para ouvir
Eram enganos e era um medo
A morte a rir
Nos nossos verdes anos
No nosso sangue corria
Um vento de sermos sós
Nascia a noite e era dia
E o dia acabava em nós
Letra de Pedro Tamen
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
domingo, 1 de novembro de 2015
Santórios... uma tradição esquecida!
Em algumas zonas da região centro, a tradição de pedir santórios era acompanhada por estas palavras:
Bolinhos e bolinhós
Para mim e para vós,
Para dar aos finados
Que estão mortos e enterrados
À porta da bela cruz
Truz! Truz! Truz!
( batem as crianças à porta e dizem ou cantam)
A senhora que está lá dentro
Sentada num banquinho
Faz favor de vir cá fora
P´ra nos dar um bolinho (ou um tostãozinho)
(E se forem bem sucedidos)
Esta casa cheira a broa,
Aqui mora gente boa.
ou
Esta casa cheira a vinho,
Aqui mora um santinho.
(Se nada receberem )
Esta casa cheira a alho
Aqui mora algum bandalho (ou espantalho).
ou
Esta casa cheira a unto,
Aqui mora algum defunto!
Bolinhos e bolinhós
Para mim e para vós,
Para dar aos finados
Que estão mortos e enterrados
À porta da bela cruz
Truz! Truz! Truz!
( batem as crianças à porta e dizem ou cantam)
A senhora que está lá dentro
Sentada num banquinho
Faz favor de vir cá fora
P´ra nos dar um bolinho (ou um tostãozinho)
(E se forem bem sucedidos)
Esta casa cheira a broa,
Aqui mora gente boa.
ou
Esta casa cheira a vinho,
Aqui mora um santinho.
(Se nada receberem )
Esta casa cheira a alho
Aqui mora algum bandalho (ou espantalho).
ou
Esta casa cheira a unto,
Aqui mora algum defunto!
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