Como não encontrei a versão com a Ana Bacalhau, que prefiro, aqui vai a oficial.
Talvez seja isto a solidão
Este nó no coração
Apertado com saudade...
Talvez seja isto o abandono
como as folhas do outono
Que se espalham na cidade...
Talvez seja só isto que sobra
quando o tempo vem e cobra
a alegria que nos deu...
Talvez seja só isto que resta
quando nada já nos presta
quando tudo já doeu...
O que mais custa...
É não saber de ti...
Não saber se me esqueceste,
Não saber se me perdeste,
Não saber se te perdi...
Talvez se eu voltasse a ser brinquedo
Eu matasse este meu medo
De já não servir ninguém..
.
Talvez se eu voltasse à tua mão
Se acabasse a escuridão
(E) se eu visse mais além..
Talvez seja isto que magoa
Ver que o tempo não perdoa
E que o teu amor passou...
Talvez seja assim que tudo acaba
Pode ser que talvez nada
Nos avise que acabou...
O que mais custa...
É não saber de ti...
Não saber se me esqueceste,
Não saber se me perdeste,
Não saber se te perdi.
sábado, 30 de maio de 2015
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Meus lindos olhos por Mafalda Arnauth
Viva quem assim escreve e quem assim canta...
Meus lindos olhos, qual pequeno deus
Pois são divinos, de tão belos os teus.
Quem, tos pintou com tal condão
Jamais neles sonhou criar tanta imensidão.
De oiro celeste,
Filhos de uma chama agreste
Astros que alto o céu revestem
E onde a tua história é escrita.
Meus lindos olhos, de lua cheia
Um esquecido do outro, a brilhar p´rá rua inteira.
Quem não conhece o teu triste fado
Não desvenda em teu riso um chorar tão magoado.
Perdões pedidos
Num murmúrio desolado
Quando o réu morava ao lado
Mais cruel não pode ser.
Este fado que aqui canto
Inspirou-se só em ti
Tu que nasces e renasces
Sempre que algo morre em ti
Quem me dera poder cantar
Horas, dias, tão sem fim
Quando pedes só pra mim
Por favor só mais um fado.(bis)
Meus lindos olhos, qual pequeno deus
Pois são divinos, de tão belos os teus.
Quem, tos pintou com tal condão
Jamais neles sonhou criar tanta imensidão.
De oiro celeste,
Filhos de uma chama agreste
Astros que alto o céu revestem
E onde a tua história é escrita.
Meus lindos olhos, de lua cheia
Um esquecido do outro, a brilhar p´rá rua inteira.
Quem não conhece o teu triste fado
Não desvenda em teu riso um chorar tão magoado.
Perdões pedidos
Num murmúrio desolado
Quando o réu morava ao lado
Mais cruel não pode ser.
Este fado que aqui canto
Inspirou-se só em ti
Tu que nasces e renasces
Sempre que algo morre em ti
Quem me dera poder cantar
Horas, dias, tão sem fim
Quando pedes só pra mim
Por favor só mais um fado.(bis)
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
O tempo não para: Miguel Gameiro por Mariza
Momento oportuno para pensar...
Eu sei, que a vida tem pressa
que tudo aconteça,
sem que a gente peça,
Eu sei,
Eu sei, que o tempo não pára,
tempo é coisa rara
e a gente só repara,
quando ele já passou
Não sei, se andei depressa demais
Mas sei que algum sorriso eu perdi
Vou pedir ao tempo,
que me dê mais tempo
para olhar para ti
De agora em diante,
não serei distante
Eu vou estar aqui
Cantei,
cantei a Saudade da minha cidade
e até com vaidade, cantei
Andei, pelo Mundo fora
e não via a hora
de voltar para ti
Não sei, se andei depressa demais
Mas sei que algum sorriso eu perdi
Vou pedir ao tempo,
que me dê mais tempo
para olhar para ti
De agora em diante,
não serei distante
Eu vou estar aqui
Eu sei, que a vida tem pressa
que tudo aconteça,
sem que a gente peça,
Eu sei,
Eu sei, que o tempo não pára,
tempo é coisa rara
e a gente só repara,
quando ele já passou
Não sei, se andei depressa demais
Mas sei que algum sorriso eu perdi
Vou pedir ao tempo,
que me dê mais tempo
para olhar para ti
De agora em diante,
não serei distante
Eu vou estar aqui
Cantei,
cantei a Saudade da minha cidade
e até com vaidade, cantei
Andei, pelo Mundo fora
e não via a hora
de voltar para ti
Não sei, se andei depressa demais
Mas sei que algum sorriso eu perdi
Vou pedir ao tempo,
que me dê mais tempo
para olhar para ti
De agora em diante,
não serei distante
Eu vou estar aqui
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Polo Norte: Se eu voltasse atrás...
A verdade é que é inevitável não pensar nisto...
Ainda me lembro
Quando tinha a tua idade
Corria pelas ruas
E não percebi
São esses tempos
Que nos deixam mais saudades
Os melhores momentos
Que eu já vivi
Se eu voltasse atrás
Por minha vontade
Trocava alguns anos desta vida
Por um só dia na tua idade
As noites passadas
À volta de uma fogueira
As histórias contadas
Em tom de brincadeira
Promessas eternas
E segredos que guardava
Os amigos que fazia
Por onde passava
Se eu voltasse atrás
Por minha vontade
Trocava alguns anos desta vida
Por um só dia na tua idade.
Ainda me lembro
Quando tinha a tua idade
Corria pelas ruas
E não percebi
São esses tempos
Que nos deixam mais saudades
Os melhores momentos
Que eu já vivi
Se eu voltasse atrás
Por minha vontade
Trocava alguns anos desta vida
Por um só dia na tua idade
As noites passadas
À volta de uma fogueira
As histórias contadas
Em tom de brincadeira
Promessas eternas
E segredos que guardava
Os amigos que fazia
Por onde passava
Se eu voltasse atrás
Por minha vontade
Trocava alguns anos desta vida
Por um só dia na tua idade.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
As palavras, às vezes, são imagens, frequentemente são imagens...
Como escreve Possidónio Cachapa? Já li " Materna Doçura" Agora estou tentada a ler "Viagem ao coração dos pássaros".
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Dina como eu!
Penso assim mesmo: há sempre música dentro de mim! E que, quem canta, seus males espanta...
Pela manhã sinto a vontade de cantar
Acordo a voz, agarro a música no ar
Não sei bem se é por magia
Ou se é mesmo assim
Há sempre música dentro de mim
Não chores não quando a tristeza te doer
Acorda a voz, canta uma música qualquer
Qualquer música tem magia
Há na música uma alegria
Que vibra lá dentro de ti
Há sempre música entre nós
Não chores não, acorda a voz
Cantaremos até o dia nascer...
Há sempre música entre nós
Nós a cantar não estamos sós
Cantaremos até ao amanhecer...
Pela manhã sinto a vontade de cantar
Acordo a voz, agarro a música no ar
Qualquer música tem magia
Há na música uma alegria
Que vibra lá dentro de ti
Há sempre música entre nós
Não chores não, acorda a voz
Cantaremos até o dia nascer...
Há sempre música entre nós
Nós a cantar não estamos sós
Cantaremos até ao amanhecer...
Até o dia nascer
Até ao amanhecer
Até o dia nascer
Pela manhã sinto a vontade de cantar
Acordo a voz, agarro a música no ar
Não sei bem se é por magia
Ou se é mesmo assim
Há sempre música dentro de mim
Não chores não quando a tristeza te doer
Acorda a voz, canta uma música qualquer
Qualquer música tem magia
Há na música uma alegria
Que vibra lá dentro de ti
Há sempre música entre nós
Não chores não, acorda a voz
Cantaremos até o dia nascer...
Há sempre música entre nós
Nós a cantar não estamos sós
Cantaremos até ao amanhecer...
Pela manhã sinto a vontade de cantar
Acordo a voz, agarro a música no ar
Qualquer música tem magia
Há na música uma alegria
Que vibra lá dentro de ti
Há sempre música entre nós
Não chores não, acorda a voz
Cantaremos até o dia nascer...
Há sempre música entre nós
Nós a cantar não estamos sós
Cantaremos até ao amanhecer...
Até o dia nascer
Até ao amanhecer
Até o dia nascer
terça-feira, 11 de novembro de 2014
A Nau Catrineta cantada por Fausto
Numa versão ligeiramente diferente daquela que foi dada na aula. Serão capazes de encontrar as diferenças?
Lá vem a Nau Catrineta
Que tem muito que contar!
Ouvide agora senhores,
Uma história de pasmar.
Passava mais de ano e dia
Que iam na volta do mar,
Já não tinham que comer,
Já não tinham que manjar.
Deitaram sola de molho
Para o outro dia jantar;
Mas a sola era tão rija,
Que a não puderam tragar.
Deitam sortes à ventura,
Qual se havia de matar;
Logo foi cair a sorte
No capitão-general.
-- «Sobe, sobe, marujinho,
Àquele mastro real,
Vê se vês terras de Espanha,
As praias de Portugal!»
-- «Não vejo terras de Espanha
Nem praias de Portugal;
Vejo sete espadas nuas
Que estão para te matar.»
-- «Acima, acima, gajeiro,
Acima, ao tope real!
Olha se enxergas Espanha,
Areias de Portugal.»
-- «Alvíssaras, capitão,
Meu capitão-general!
Já vejo terras de Espanha,
Areias de Portugal.
Mais enxergo três meninas
Debaixo de um laranjal:
Uma sentada a coser,
Outra na roca a fiar,
A mais formosa de todas
Está no meio a chorar.»
-- «Todas três são minhas filhas,
Oh! quem mas dera abraçar!
A mais formosa de todas
Contigo a hei-de casar.»
-- «A vossa filha não quero,
Que vos custou a criar.»
-- «Dar-te-ei tanto dinheiro,
Que o não possas contar.»
-- «Não quero o vosso dinheiro,
Pois vos custou a ganhar.»
-- «Dou-te o meu cavalo branco,
Que nunca houve outro igual.»
-- «Guardai o vosso cavalo,
Que vos custou a ensinar.»
-- «Que queres tu, meu gajeiro,
Que alvíssaras te hei-de eu dar?»
-- «Eu quero a nau Catrineta,
Para nela navegar.»
-- «A nau Catrineta, amigo,
É de el-rei de Portugal.
Pede-a tu a el-rei, gajeiro,
Que ta não pode negar.»
Lá vem a Nau Catrineta
Que tem muito que contar!
Ouvide agora senhores,
Uma história de pasmar.
Passava mais de ano e dia
Que iam na volta do mar,
Já não tinham que comer,
Já não tinham que manjar.
Deitaram sola de molho
Para o outro dia jantar;
Mas a sola era tão rija,
Que a não puderam tragar.
Deitam sortes à ventura,
Qual se havia de matar;
Logo foi cair a sorte
No capitão-general.
-- «Sobe, sobe, marujinho,
Àquele mastro real,
Vê se vês terras de Espanha,
As praias de Portugal!»
-- «Não vejo terras de Espanha
Nem praias de Portugal;
Vejo sete espadas nuas
Que estão para te matar.»
-- «Acima, acima, gajeiro,
Acima, ao tope real!
Olha se enxergas Espanha,
Areias de Portugal.»
-- «Alvíssaras, capitão,
Meu capitão-general!
Já vejo terras de Espanha,
Areias de Portugal.
Mais enxergo três meninas
Debaixo de um laranjal:
Uma sentada a coser,
Outra na roca a fiar,
A mais formosa de todas
Está no meio a chorar.»
-- «Todas três são minhas filhas,
Oh! quem mas dera abraçar!
A mais formosa de todas
Contigo a hei-de casar.»
-- «A vossa filha não quero,
Que vos custou a criar.»
-- «Dar-te-ei tanto dinheiro,
Que o não possas contar.»
-- «Não quero o vosso dinheiro,
Pois vos custou a ganhar.»
-- «Dou-te o meu cavalo branco,
Que nunca houve outro igual.»
-- «Guardai o vosso cavalo,
Que vos custou a ensinar.»
-- «Que queres tu, meu gajeiro,
Que alvíssaras te hei-de eu dar?»
-- «Eu quero a nau Catrineta,
Para nela navegar.»
-- «A nau Catrineta, amigo,
É de el-rei de Portugal.
Pede-a tu a el-rei, gajeiro,
Que ta não pode negar.»
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