quarta-feira, 18 de abril de 2018

Ala dos Namorados e Caçador de Sóis!




Pelo céu às cavalitas
Escondi nos teus caracóis
A estrela mais bonita, que eu já vi

Eu cresci com um encanto
De ser caçador de sóis
Eu já corri tanto, tanto para ti

Fui um príncipe encantado
Montado nos teus joelhos
Um eterno enamorado, a valer

Lancelot de algibeira
Mas segui os teus conselhos
Para voltar à tua beira
E ser o que eu quiser

Os teus olhos foram esperança
Os meus olhos girassóis
Fomos onde a vista alcança da nossa janela

Já deixei de ser criança e tu dormes à lareira
Ainda sinto a minha estrela nos teus caracóis

Os teus olhos foram esperança
Os meus olhos girassóis
Fomos onde a vista alcança da nossa janela

Já deixei de ser criança e tu dormes à lareira
Ainda sinto a minha estrela nos teus caracóis

Os teus olhos foram esperança
Os meus olhos girassóis
Fomos onde a vista alcança da nossa janela

Já deixei de ser criança e tu dormes à lareira
Ainda sinto a minha estrela nos teus caracóis

quarta-feira, 21 de março de 2018

As palavras de Eugénio de Andrade...

Só porque estas palavras me têm andado às voltas na cabeça e no coração...


São como um cristal,
as palavras.
Algumas, um punhal,
um incêndio.
Outras,
orvalho apenas.

Secretas vêm, cheias de memória.
Inseguras navegam:
barcos ou beijos, as águas estremecem.

Desamparadas, inocentes,
leves.
Tecidas são de luz
e são a noite.
E mesmo pálidas
verdes paraísos lembram ainda.

Quem as escuta? Quem
as recolhe, assim,
cruéis, desfeitas,
nas suas conchas puras?


quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

O teu nome por Miguel Gameiro e Mariza



Só para afastar esta tristeza
para iluminar meu coração
falta-me bem mais tenho a certeza,
do que este piano e uma canção.

Falta-me soltar na noite acesa
o nome que no peito me sufoca,
e queima a minha boca.

Falta-me soltá-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou então dizê-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.

Porque todo ele é poesia,
corre-me pelo peito como um rio
devolve aos meus olhos a alegria
deixa no meu corpo um arrepio,
porque todo ele é melodia
porque todo ele é perfeição.
É na luz escuridão.

Falta-me dizê-lo lentamente
falta soletrá-lo devagar,
ou então bebê-lo como um vinho,
que dá força pro caminho
para quando a força faltar.

Falta-me soltá-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou então dizê-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.

Porque todo ele é melodia
e porque todo ele é perfeição.
É na luz escuridão.

Falta-me soltá-lo aos quatro ventos
para depois segui-lo por onde for,
ou então dizê-lo assim baixinho
embalando com carinho,
o teu nome, meu amor.


quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017